segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Desabafo publico #1

Estou ficando louca.
Pressao familiar + estudo + provas + relacionamentos + problemas + culpa + etc
se continuar assim, vou morrer. ou desistir.
mas a louca aqui, prefere morrer.
mas ela nao vai morrer.
ela quer provar para todos, que ela pode superar, e alcançar os propios sonhos, da maneira dela.
mas ela sabe que nao vai dar certo. nao vai.
por isso ela esta enlouquecendo.

Antes ela batia na parede, ou em troncos. ela tem uma cicatriz na mao, de 3 ou 4 anos atras.
mas agora ela nao tem onde chorar. shh, escute. o choro e um grito de angustia silenciosos.
por isso ela quer morrer,
porque ela tem que aguentar. por isso esta ficando louca.
mais do que ja era.

sei que muita gente passou por mais que meus minimos problemas.
Minimos em comparacao a muitos, de outras pessoas.
a tonga aqui ja nao aguenta.

Mas nao se preocupe, ficarei bem.
nao se preocupe. acharei minha resposta.
e eu sei quem me dara.

Sou a louca infeliz que nao desiste.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Conversacion en el telefono, por K.

por que mentis?
a donde estas?
te acordas de mi?
que haces?

estas?

no estas.

no tenes miedo?

yo...
tchau.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Cadeado de Gabi.


Bruninho era um menino magricelo, que vivia na cidade.
Quase 7 anos. Nao se sabe oque aconteceu, mas semana passada passou a viver na casa da Vovo, que fica longe. Uma casa branca, que fica sobre um pequeno morro.
Ha dois caminhos para a decida, um que passa por um mercado e vai ate a rua, e outro caminho, que passa por um bosque, onde as arvores eram altas, e a luz do Sol nao chegava na grama verde do chao, e se escutava som de um pequeno riacho. Bruninho queria explorar o bosque, mas nao sabia se a Vovo ia deixar.
Um dia o menino tomou coragem, e perguntou com certa inseguranca:
- Vo, hoje eh meu aniversario... posso ir brincar no bosque?
- Claro que sim, porque nao? - respondeu a Vovo, com uma voz tremula, mas doce.
Agradecido, deu um beijo nela, que ficou um pouco comovida.
- Mas volte antes do por-do-sol, se nao fica sem janta.
Entao ele sai de bicicleta junto com Bernardo, pastor alemao jovem e deceram o morro, desvidando para o caminho que levava ao bosque.
Todo sorridente, avista uma outra crianca lendo no bosque, ela usava um vestido rosa, e usava um chapeu de palha com um lacinho vermelho. Bruninho se alegrou em ver companhia, deceu da bicicleta, e comecou a andar em direcao da menina.
De repente, veio um vento forte, que levantou o chapeu dela, e levou em direcao a Bruninho, que segurou, e o devolveu:
- Obrigada. - Disse ela.
Ele a estranhou:
- Voce eh menina ou eh menino? Porque voce nao tem cabelo?
- Eu sou menina, eu tenho cancer, por isso nao tenho cabelo. Qual o seu nome? Quantos anos voce tem?
- Eu sou Bruninho, hoje fiz 7 anos. - Disse sorrindo.
- Eu sou Gabi, tenho 8 anos. Feliz aniversario. - Se alegrou, e convidou-o a sentar ao lado dela.
- Obrigado. Mas oque eh cancer? - Perguntou.
- Minha mae disse que eh uma doenca e que tenho porque Deus me ama muito. E que eh soh nao ter medo. Assim tudo vai dar certo e nao vou morrer. Minha mae tambem disse que eu posso contar as petalas das flores.
- Como assim contar as petalas? - perguntou curiosamente.
- Deixa eu te mostrar - pegou uma pequena flor branca de 7 petalas, e comecou a tirar uma por uma enquanto dizia - nao vou... sim vou... nao vou... sim vou... nao vou... sim vou... nao vou... -Eles se entreolharam depois da ultima petala. E ela sorriu - a ultima petala foi "nao", quer dizer que eu nao vou morrer.
Entusiasmado Bruninho pegou outra flor, azul, e comecou a tirar:
- Nao vai... sim vai... nao vai... sim vai... nao vai... sim vai... Sim. Entao voce vai morrer? Por que nossas respostas sao diferentes? - perguntou.
- Nao sei... - assim, os dois se tornaram amigos.
Depois de rirem muito, brincarem, se sentaram outra vez, cansados. De repente, Bruninho ficou pensativo.
- Oque foi? - perguntou Gabriela, preocupada.
- Mas voce nao tem medo de morrer? - Perguntou ele contrangido.
- Claro que sim! Mas mamae disse que quando as criancas morrem se transformam em anjos. Bem, e ate lah, eu terei asas e cabelo. - disse ela.
- Ah! Entao voce podera fazer trancinhas! - Alegrou-se ele.
- Sim e tambem usar presilhas e tiaras. - Sorriu.
- Que livro eh esse? - perguntou a crianca.
- Se chama "A tartaruga que semeava" quer que eu conte?
Gabriela fechou os olhos durante um tempo, respirou fundo, e comecou:

"Ao lado do rio, havia uma grande arvore. Sempre que os animais passavam perto, riscavam sobre o tronco da arvore, deixando assinaturas ou desenhando a eles mesmos, para deixar alguma lembranca. Somente a Tartaruga Ana chegava na arvore e semeava. Ela foi apelidada de "tartaruga boba".
Dois anos depois quando o ursinho e o coelho vieram para ver as lembrancas deixadas no tronco, ficaram assombrados... Debaixo da arvore estava cheio de flores violetas, amarelas, azuis, rosas e brancas. As borboleta vieram e comecaram a dizer 'Veja! Que belas flores!'
Entao todos os animais do bosque viram que as flores plantadas pela Tartaruga Ana sim sao lembrancas que valeram a pena."

- Bem, acho que voce deve voltar a sua casa. - disse Gabi, logo depois de terminar a historia. vendo que o Sol estava decendo.
- Eh verdade, se nao eu fico sem janta. - Lembrou-se Bruninho. Pegou a bicicleta, chamou o Bernardo e voltou para a casa, reflexionando sobre a tartaruga boba.
Desde entao, ele vai todos os dias ate o bosque de bicicleta, com Bernardo para brincar com sua nova amiga.
Um dia Gabi trouxe um cadeado:
- Semana que vem eu vou cumprir 9 anos. Mas eu vou ser internada amanha. Mamae disse que eu tenho que colocar esse cadeado em uma arvore bem alta, assim a Vovo Arvore vai cuidar de mim, e eu nao vou morrer. E poderei voltar aqui no meu aniversario - sem pensar duas vezes, Bruninho pegou o cadiado, e subiu o mais alto possivel e fechou o cadeado em um galho. E deceu. Segudou as maos dela e fechou os olhos. Fez um desejo em segredo. Entao ela guardou a chave no bolso.
- Semana que vem, no dia do seu anivesario eu vou te esperar aqui - prometeu Bruninho.
- Entao vamos plantar uma flor? - ela tirou duas sementes do bolso.
-Sim! - Felizes, plantaram.
Passou um dia, dois dias, tres dias, quatro dias, cinco dias... Bruninho ia todos os dias ao bosque, regava as sementes olhava pro cadeado, e ficava sentado sob a sombra da arvore, com Bernardo. Ate que chegou o dia do aniversario dela.
Mas ela nao voltou.
O ceu comecou a escurecer. E Bruninho ainda queria esperar. Mas ela nao voltou.
Entao ele pegou uma flor branca. E comecou a contar tristemente:
- Vai... nao vai... vai... nao vai... vai... nao vai... vai...
Entao ele sorriu.
- Ela vai voltar.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Uma vez, num dia de chuva.

Eu lembro que quando era pequena dias de chuvas nao eram chatos. Eram dias diferentes.
Eu nao entendia a chuva como as nuvens chorando, nem como Deus fazendo xixi. Nunca pensei em porque caia agua do ceu. Para mim cair agua do ceu era normal.
Mas uma coisa me deixava intrigada. As bolhas que se formavam no chao, e depois sumiam.
Pegava o guarda-chuva, e saia para o patio de tras da casa. E passava horas agachada, olhando para as bolhas que se formavam. E eu dava nomes.
Nomes comuns, mas nao me lembro quais eram. E imaginava. "Olha, Luiz ainda nao morreu". E sorria.
Lembro que uma vez, estava com um vestidinho azul, e peguei um guarda-chuva azul escuro com flores vermelhas, bem chamativo, sai com uma sandalia, para o patio. Acho que era aproximadamente as 3 horas da tarde. Estava agachada. Nao lembro como foi, mas ja estava tomando chuva.
Encharcada, me levantei, e olhei pro ceu. Era branco. Nublado. Fiquei ali, e depois de um tempo, a chuva parou. Entao as nuvens comecaram a tomar uma cor laranja, quase vermelho, ou rosa, mas bem clarinho.
Que vontade de voltar.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Monologo de Sally: Feliz cumpleanios.

Sabes que dia es hoy?
Estoy acercandome mas, en cada dia, al momento de mi muerte. Que estoy esperando.
Ya se que ponerme mal no cambia nada. Entonces sere mas realista. "realidad"? Es dificil evitar las tormentas. Solo cierro la puerta, asi no necesito pensar en nada.
Sola. En mi pieza, lugar de recuerdos buenos, que te duelen. Celular? descansara por esta noche.
Es dificil. Cortar mis pensamientos, que van hacia estos recuerdos del pasado, y mis lagrimas no pueden pasar de las 12 horas.
Feliz cumpleanios. Y es mi dia. Encendi una vela, y brillo la soledad. Feliz cumple, ya no hay mas lagrimas. Te agradesco, por lo que dejaste, por lo que llevaste, y por ese 'todo'. Aun siento amor, y un poco de odio. Necesito mas tiempo, esto va pasar. Una herida. Los recuerdos estan. Feliz cumpleanios...
Sola en mi corazon, cierre la puerta, que nadie moleste. Vida? Que descanse en paz.
Porque es dificil olvidar? Y mis lagrimas no pasaran de las 12. No pasaran.
Feliz dia. Festejo con la soledad. La vela se apago, nunca mas llorare. Ya tengo mi verdad. Ahora, solo un poco de tiempo. Es que todavia te amo, y con una pequenia dosis de odio. En serio, te agradesco. Ahora, solo un poco mas de tiempo, y un poco de soledad.
Hare yo misma, realizar mi deseo.


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Diamante


Escucho voces, y alguien caminando. Parece un hombre de cuarenta anios. Creo que esta del otro lado de la ventana, o de la puerta, no se. Piel de gallina.
Escribi mi propio cuento de hadas, pero olvide que mi historia no tiene esperanza. Sonie que todo saleria bien. Ahora me acorde que no soy tonta, ni boba.
Pero mis hechos me decian que parecia una completa idiota. Crerme, no soy. Me levante otra vez, y vivire mi vida. Ya se paso dos meses.Y me alegre mucho, por acordarme que no soy tonta. Y me alegre porque me acorde que no cambie. Y me alegre por volver a ser lo que soy. Y voy a hacer lo que debo hacer.

"En el pricipio" era to nuevo, raro, diferente, lindo.
Despues te caes, te lastimas, sufris, y lloras. Y no te das por vencido. Y te caes otra vez, y te lastimas otra vez, y sentis mas dolor, y lloras mas. Y ves que es solo sufrimiento. Y que sufris solo. Y buscas, sin saber que cosa. Y no hay nada. Es todo pura decepcion. Y te acordas de lo que era lindo, diferente, raro y nuevo, en el principio. Te motivas, y vas otra ves. Pero te equivocas, te lastimas, sufris, y te cae la ultima lagrima. Se escucha una respiracion profunda. Y un latido fuerte.
La ultima lagrima se transforma en un diamante. Es valioso. Te duele mucho, mucho.
Te levantas. Esta es una historia sin esperanza.
Me he olvidado, que era una historia sin esperanza. Lloro.

Pienso. Como terminara mi historia? Asi? No se. Quiero seguir viviendo. Es mas lindo. Pero me va doler. Mucho, mucho.
Si no vivo, no soy yo. Parece que va llover.
Fin.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Deu na telha falar um algo sobre mim.

Decidi escrever, que saia qualquer coisa.
nao vou editar, e sem backspace.
exatamente oque der na telha.
sem editar, e sem corrigir os erros de ortografia.
(no teclado da argentina tem ç, e eles mesmos nao sabem o porque :D)
realmente quero escrever muita coisa. mas me limito porque tem gente que le.
e pode ser que oque eu escreva machuque.
nao entendo o prque que eu dou bola pra essa gente que le meu blog.
eu nao escrevo para agradar ninguem. na verdade sim, agradar a mim mesma. mas tipoo.. por que eu ligo pra quem ta lendo.
as vezes escrevo de algum jeito para que os argentinos nao possam ler.
e quando eu escrevo em espanhol eh porque eu quero que leiam.
eu realmente quero escrever, muito. mas, nao acho bom realmente escrever tudo, neh.
porque fica muito obvio. quando eu tiver declarando por meio de um blog, fica obvio de mais pra quem le e me conhece saber.
ou quando eu xingo os argentinos, eu nao quero que meus amigos argentinos leiam.

Me chamo Roxana.
Nasci em Buenos Aires em 1992, acho que foi o ano que Jordan, de Chicago Bulls, ficou famoso.
Sou um pouco fanatica por basquet, jogos de tiro (desde os piores como CS, ate os heavy left 4 dead e Bioshock2), fui otaku (um dia eu pensei, nah, vou deixar de ser otaku), fui lolita, fui fanatica por koreanos, mas agora eu "odeio" eles.
Eu gosto muito de dançar, fiz street por 2 anos acho, mas nem fez diferença, um pouco de breakdance, algumas coreografias, e sai pra dançar algumas vezes. Gosto de teatro, se pudesse seria atriz (HAHAHA), adoro atuar.
Sou cristã, Estudo professorado em teologia em um instituto internacional na argentina. E pretendo começar filosofia tambem.
Sou egoista, insensivel, chata, preguiçosa, as vezes timida, as vezes atirada, as vezes sinto inferioridade, as vezes me acho tanto, que irrita. Sou quase perfeccionista. Nada pode dar errado, em relacao a mim, ou seja nao posso errar. porque isso fere meu orgulho. meu precioso orgulho. :/
Nao gosto de leite. nao gosto de vacas, nao gosto de travestis feios, nao gosto de cigarro do paraguay.
Gosto de homens :D.

Eh, ainda to com raiva daquilo que aconteceu com o carro do meu pai.
leia o post pouco mais abaixo "FOAD" - fuck off and die, entao voce sabera o porque.
E tambem, meu pai voltara pro Brasil hoje. eu acho :/ Ele veio para resolver o problema de onde eu vou morar, mas pelo problema do carro, teremos que adiar. e ontem, ele perguntou, "acho melhor voce continuar vivendo aqui, nao que seja chato. Minha tia fica se embebedando o dia inteiro, e meu pai, minha tia e meu tio soh ficam discutindo o dia inteiro. E eu tento ficar na minha. MAS, sempre tem um mas. Minha tia fica falando qualquer besteira e depois fala "nao eh verdade Roxana?" ou "a Roxana vai estar do meu lado, mesmo que .....", fica apelando, e eh claro que eu nao gosto disso. ela faz de tudo para que eu me oponha ao meu pai, ou meu tio. Meu pai eh o cara que me criou. Eh contra a minha natureza que eu me oponha a ele. E ele e meu tio sabem que eu nao gosto, entao prefere nao falar nada pra cima de mim, eles sabem que odeio que discutam e apelem para mim. Que raiva!. Isso nao eh legal, e pensar que tenho que conviver com minha tia por mais 3 anos, eh triste. E eu nao tenho outra opcao a nao ser aguentar.

Como me sinto hoje?

nenhum pouco inspirada pra escrever merda.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Dias chatos de ferias.

Então.
Estou super afim de sair, e vejo minhas poucas opçoes
Cinema, praça, shoppings, galerias, museus, zoologico, eventos, etc.
Mas nao da pra chamar ninguem. E isso porque sou uma timida geek anti-social.
tah, eh mentira. eu nao sou timida nem geek nem anti-social.
eu quero sair.
mas a pessoa com quem eu quero esta trabalhando.
e minhas amizades nao chegam ao ponto de poder ligar e chamar pra sair a qualquer lugar.
que chato.
se fosse no brasil, seria mais facil :/

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

sem palavras.


Ja ficou sem palavras quando viu o mar?
Ja ficou sem palavras quando foi para Cataratas?
Ja ficou sem palavras, deitado no chao, olhando para o azul do ceu?

Ja ficou sem palavras quando olhou nos olhos de um orfão?

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011


就像一直一直等著我回來一樣,
等著一個用心養大的卻不知回報不孝的孫女, 這樣的我