Com uma caneca de Snoopy, eu tomo café, chá, e coca-cola.
Agora, tomando um chá indiano, sinto um cheiro oriental... incenso. Mais tarde, o clima mudará e verei Sol, e verei chuva. E as vezes a Lua cheia, convidando-me a lembrar dos olhos de um amante, descolocado no corredor de um instituto privado.
Amante, é aquele que ama. Assim como aquele que sonha é um sonhante. Assim, como aquele que é, é um ente.
E eu, uma ordinária vivente, vivendo a vida, lembrando lembranças. (Pleonásmo... as vezes tem peso estético, Perdoe-me).
O amante caminhava pelo corredor, para encontrar o objeto das suas frases. E encontrava, e olhava, admirava, valorava, desejava. Mas não corria atrás.
Amar não é fácil. Ser amado tambem.
Depende sempre para onde cada ente olha.

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